Depois da quarta entrevista, eu já estava prestes a bater a cabeça na mesa. Uma tinha passado o tempo inteiro mexendo no cabelo e rindo de tudo o que eu dizia, outra quase chorou porque esqueceu o currículo, uma terceira me chamou de “chefão” e a quarta mal levantava os olhos, falando tão baixo que eu precisei me inclinar pra tentar entender.
— Pelo amor de Deus… — murmurei, esfregando o rosto com as mãos. — Será que é pedir demais por uma pessoa normal?
Peguei o interfone.
— Sara, manda a últ