Saímos da empresa juntos, e eu só queria tirar Alice daquele clima pesado. Peguei o carro e a levei para um restaurante mais reservado, daqueles que a gente já tinha o costume de ir quando queria um pouco de paz. Sentamos, pedimos a comida, e no intervalo, ela me olhou, apoiando o queixo na mão.
— E aí… como foi com a Lurdes e o Renato? — perguntou, a voz suave, mas curiosa.
Soltei um suspiro pesado, encostando no encosto da cadeira.
— Do jeito que eu já imaginava… — respondi. — Os dois negara