(Diogo)
Estava indo para o hospital encontrar o Valter quando o celular vibrou no console do carro. Meu coração disparou no mesmo instante e meu primeiro pensamento foi Enrique. Respirei fundo, peguei o aparelho e atendi.
— Alô? — minha voz saiu firme, mas tensa.
— Diogo! — a voz de Alessandro soou do outro lado, apressada, mas cheia de algo que não era ameaça. — Cara, a Duda nasceu! Estamos no hospital agora!
Fiquei em silêncio por um segundo, tentando processar o que ele tinha acabado de dize