Ela franziu o cenho, desconfiada.
— Que coisa?
— Promete que, mesmo que você fique chateada, com raiva… vai parar um pouco e pensar que o que eu fiz foi pro seu bem. Só isso.
Alice arqueou as sobrancelhas, já fechando a cara.
— O que você aprontou dessa vez, Diogo?
Respirei fundo e fui direto.
— Eu estou pagando o tratamento do seu pai.
Os olhos dela se arregalaram e, de repente, ela largou a xícara de café na mesa com força.
— Como assim? Desde quando?
— Desde que sua mãe apareceu aqui pra