Passei os dedos nas têmporas e respirei fundo. Era muita coisa para uma mente só suportar. Linda tinha trazido o remédio há meia hora, mas só aliviou um pouco a dor e nada dela ir embora.
De repente, o telefone ligado à recepção tocou e peguei o fone quase no automático.
— Sim?
A voz da recepcionista, Yana, soou um pouco aflita.
— Senhor, tem uma mulher aqui insistindo que precisa falar com você.
Minha primeira reação foi cortar ali mesmo.
— Diz que não posso atender agora, peça para ela agenda