(Diogo)
Quinta, 15 de Dezembro
Os dias foram passando e eu percebia o quanto o Lucas estava se soltando mais. Ele se apegou de um jeito à gente… parecia que já fazia parte da nossa rotina há anos. Às vezes, ele vinha pro meu escritório e ficava desenhando na mesa enquanto eu trabalhava, e à noite não dormia sem dar boa-noite pra Alice.
Mas, mesmo com esse carinho todo, ele sempre perguntava pelos irmãos.
— Pai, será que a Bia e os outros tão bem? — ele perguntava, com aquela carinha preocupada