Aquela interação rápida, sob os olhares de outras pessoas, tinha sido quase tão intensa quanto o que aconteceu no banheiro.
Havia um jogo ali, uma linha tênue e perigosamente deliciosa entre o profissional e o pessoal, entre o público e o profundamente privado.
E nós dois éramos os únicos jogadores que conheciam as regras.
Ele tinha me olhado e, em seus olhos, eu tinha visto o eco de seus dedos na minha pele, a promessa de que aquilo era só um intervalo.
E essa promessa, proibida e tentadora