A tarde se arrastava e o tempo parecia ter uma consistência diferente aqui, mais espessa e lenta.
Alana estava no banho, o som da água corrente vinha suavemente pelo corredor.
Eu estava sentada na cama, com as costas apoiadas em algumas almofadas que a Glayce tinha arrumado, tentando encontrar uma posição que não fosse uma tortura.
Glayce entrou, sentando-se na cadeira simples que ficava no canto do quarto. Ela parecia estar sempre avaliando, de guarda.
— O que vai acontecer agora, Glayce? —