Sigmund desceu, ignorando os olhares e os murmúrios dos aprendizes.
Chegando no plateau, ele abriu um largo sorriso, olhando ao redor.
Ajoelhou-se próximo a um dos muitos lírios petrificados. Era energia cristalizada, mantendo-os intactos, vivos, em seu interior.
— Como sabia!? — questionou, acenando em negativa. — Claro! Ele sabe de tudo, Sigmund… — ironizou.
“Pude lembrar e vir com Epifron Chase. Sabia que gostaria.”, ele riu.
— É seguro tocar!?
“Creio que sim… se não for, eu lido com os dano