O bar do hotel tinha luz baixa e jazz gravado nos altifalantes e estava quase vazio àquela hora, era domingo à noite e Boston no domingo adormece cedo com uma seriedade que a cidade considera virtude. Sentámos num canto afastado onde a iluminação era mais baixa ainda e havia aquela qualidade de privacidade que os cantos de bares têm mesmo quando não há ninguém suficientemente perto para ouvir.
Pedi whisky. Quinn pediu vinho tinto, olhou para o meu copo, e disse, na verdade, o mesmo. O barman n