VICTORIA THORNE
Quando o relógio marcou uma da manhã, decidimos que era hora de ir. A chuva não havia voltado, mas o vento estava cortante. Nós saímos do bar e começamos a caminhar pelas ruas de Nova York, em direção à estação de metrô onde nossos caminhos se separariam.
A rua estava deserta, mal iluminada por postes piscantes. O silêncio da madrugada era quebrado apenas pelo som dos nossos passos na calçada. Liam caminhava muito perto de mim, os ombros dele roçando no meu casaco a cada pas