VICTORIA THORNE
Eu não chamei o táxi de volta. O pátio do campus ficava a algumas quadras dali, e eu precisava do ar frio do outono para clarear a minha mente. Enquanto caminhava, eu repassava o meu discurso mentalmente. Eu começaria pedindo desculpas. Explicaria o peso das ameaças que a minha família sofreu no passado, explicaria a superproteção do meu pai, e imploraria para que ele enxergasse além dos bilhões e visse a garota que amava dividir pizza fria com ele.
Cheguei à praça principal qu