Beatriz era extremamente atenta ao perigo. Ao escutar o homem chamá-la de “Beatriz,” reagiu imediatamente, cobrindo o rosto com uma expressão envergonhada ao vê-lo se aproximar.
— Eu... estava pensando no nome do nosso filho.— Disse, fingindo empolgação.
Ele sorriu de leve, sentando-se ao lado dela e apoiando o braço no encosto do sofá.
— É? E qual seria? — Ele perguntou, sem grande interesse, já que duvidava que essa criança algum dia viesse a nascer.
— Rei Santos! Não é poderoso? — Ela apertou