Romeu começou a bater insistentemente na porta.
— Abre essa porta, Juliette! Por favor, precisamos conversar!
— Não quero conversar!— eu retruquei em voz alta.
Romeu deixou as mãos deslizarem pela porta, desanimado.
— Por favor, Juliette!— agora era uma súplica, que vinha com um choro quase silencioso.
Eu franzi a testa e encostei o ouvido na porta, tentando entender o que ele dizia, com voz muito baixa. Nem em sonho eu poderia imaginar que ele estivesse chorando por mim.
Depois de