Chegamos enfim na mansão dos Martins. Um segurança nos abriu a porta do carro e esperou que nós disséssemos.
Arthur estava com o semblante fechado e andava um pouco mais à minha frente. Eu apressei o passo para alcançá-lo
— Eu sei que você me odeia, Arthur, mas eu queria que soubesse que eu não estou no lugar da sua mãe! Esse lugar que ela ocupou na vida do seu pai eu não quero!
Já entrávamos em casa, ele virou-se alterado.
— Foi se humilhar para o seu pai e obrigar o me