Quando eu cheguei lá embaixo, encontrei Arthur, ainda na mesa, tomando um cafezinho. Ele se surpreendeu ao me ver de saída.
— Onde vai?
— Vou à casa do meu pai, parece que não tem muita coisa a se fazer por aqui.
— O motorista está de folga, o patrão saiu com alguns seguranças — disse Januária, que segurava o bule de café.
Arthur se levantou da mesa.
— Eu te levo— ele disse agitado
Eu o olhei surpresa.
— Sério?
— Eu tenho meus próprios seguranças. Eles dirigem par