Eu estava inquieta, temendo o meu reencontro com Arthur. Depois do que eu lhe fiz, com certeza não seria nada agradável! Andava de um lado para o outro da sala, falando sem parar.
— Ele deve estar fora de si, deve estar me odiando, mas eu tenho que ouvir o seu desabafo. Ele merecia o que lhe fiz e muito mais!
Lourença andava atrás de mim, afobada.
— Aqui ele não vai entrar, o seu pai deixou ordens explícitas para que os seguranças não permitam a sua entrada!
As horas foram se passando e