— Juliette!— uma súplica abafada.
Os olhos de Arthur lacrimejaram. Ele ficou ali parado, me observando, até que ele me viu retornar para o meu quarto, sem concluir o que fui fazer ali.
A minha silhueta podia ser vista caminhando lentamente pelo corredor, ele podia ouvir o choro quase silencioso e abafado pelas mãos que cobria a minha boca.
Entrei no meu quarto, sem perceber a presença dele ali. Arthur estava mais para dentro que fora do seu quarto, e a luz fraca do corredor lhe camuflava.