Por Jin-Hoo
— Jin-Hoo! — ouço o grito da minha mulher.
O som rasga o ar — seco, curto — e por um segundo penso que tudo vai explodir em sangue. Minha cabeça dá um estalo; a visão fica nublada. Sinto algo quente pulsar no meu ombro, um ardor que queima até os ossos, e um gosto metálico invade minha boca. Não é o medo que me paralisa: é a possibilidade de tê-la perdido.
O mundo volta em fragmentos.
Vejo Tae-Min cambalear, a arma escorregando de sua mão. Um segurança, da porta, disparou. Não foi