O som do motor do carro ecoou pelo pátio da mansão, e, por instinto, olhei pela janela do escritório.
Minha avó desceu primeiro, apoiando-se na bengala, e Camila veio logo atrás, equilibrando um número absurdo de sacolas. O motorista mal dava conta de tudo.
Fiquei alguns segundos observando a cena. Minha avó sorria e, não era aquele sorriso educado de quem finge gentileza para visitas, era um sorriso verdadeiro, sereno e raro.
Fechei a pasta de relatórios e me afastei da janela. Encontrei as du