33. Radioatividade.
Eu nunca pensei que precisaria passar por esse momento, mas aqui estou eu, em frente a casa do meu pai para o seu velório. Se me dissessem a um mês atrás que ele morreria tão subitamente, eu jamais acreditaria.
Olho ao redor e consigo ver a massa de pessoas que se acumula em frente a casa e no jardim, suponho que haja ainda mais gente lá dentro, sem falar em quem ainda não chegou.
– Você está bem? – Rayna pergunta pondo a mão em cima da minha e eu suspiro.
– Não sei.
– Tudo bem não saber.
O car