Anton Griffin
No dia seguinte, estou sozinho em casa, Serafina foi visitar sua amiga. Alguém toca a campainha, e me surpreende ao ver quem é.
— Posso entrar? — a anciã questiona com seriedade. Está usando um manto azul claro longo, de mangas longas. Em sua mão repousa uma bengala.
Abro espaço para que ela possa entrar.
— Espero que não tenha vindo aqui fazer mal a minha mulher, não aceitarei — aviso.
— Posso sentir que ela não está aqui, mas tudo bem, minha conversa é com você. — Aponto o sofá,