Anton Griffin
— Oliver, como foi ontem? — pergunto com um leve tom de desespero na voz. Parece que estou nessa situação há uma eternidade. Não suporto essa sensação de não me sentir eu mesmo.
Ele nega com a cabeça.
— Sinto muito, chefe. Nenhum sinal da deusa. Ela não atendeu ao meu chamado.
— Estou tão ferrado. Também clamei por ela, mas não houve resposta. — Passo a no cabelo, bagunçando ainda mais. Venho fazendo muito isso desde que fui amaldiçoado. — Será que a deusa crer que mereço isso? —