O despertador tocou às cinco e meia, mas Liv já estava de olhos abertos havia pelo menos vinte minutos, olhando para o teto no escuro do quarto, repassando mentalmente uma lista de coisas que precisava lembrar: o caminho até o ônibus certo, o nome da estação onde precisava descer, o crachá de visitante que precisava trocar pelo definitivo, o andar — décimo segundo, não décimo, ela havia confundido a primeira vez e corrigido três vezes na cabeça antes de dormir.
Levantou-se em silêncio, cuidando