No terraço do sanatório, o vento soprava forte. A mãe de Ethan caminhava perigosamente pela borda, os olhos perdidos em um passado que nunca a abandonou.
— "Erasmo não morreu. Ele prometeu que não me deixaria. Alguém pode me ajudar a encontrá-lo?" — ela implorava aos enfermeiros, que tentavam, sem sucesso, acalmá-la.
Embora tivesse cinquenta anos, o trauma sofrido há quase três décadas congelou sua mente aos 22. Para ela, o tempo era uma ilusão onde o marido ainda estava vivo. Quando Ethan surg