Alguns dias depois…
Estou saindo do hospital com o Kaléo, um homem de semblante acolhedor. Embora eu não me lembre dele, sinto uma inexplicável familiaridade e confiança nele. É como se fosse um laço forte que transcende a memória, e confio plenamente nele, mesmo sem compreender o porquê.
— Estamos indo para a casa de praia, todos estão ansiosos para te ver — diz ele, com um sorriso caloroso no rosto, enquanto dá a partida no carro. — Você sempre amou aquela casa. Quando éramos crianças, costuma