AYLA
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Azrael recuou um passo, e depois outro,
parecia que ele tentava a todo custo controlar seus reais instintos. Seus olhos, que antes brilhavam com um fogo intenso, agora estavam enevoados por algo que eu não conseguia decifrar, talvez ódio.
Sua voz saiu áspera, quase um rugido abafado pelo vento que insistia em uivar ao nosso redor, e quanto mais ele perguntava quem ele era, mas intenso o sombrio o ambiente ficava.
Meu coração pulsava descompassado. O vento forte chicoteava meu rosto, e