62. ALINA
ALINA
Apesar da noite passada ter sido um verdadeiro inferno, por mais que a minha vida nunca tenha sido um mar de rosas, mas, desde que cruzei com o Malvino, eu tenho vivido dias apreensivos, não sei qual a próxima armadilha que ele irá preparar para mim. Consegui dormir bem, mas me acordei com Ykaro.
— Alina, Alina! — Ykaro me chama, ofegante.
— Bom dia, meu amor. Aconteceu alguma coisa? — Pergunto, sonolenta.
— Estou com falta de ar. — Ykaro fala devagar.
— Se acalma, meu amor,