Suzana desligou o telefone e ficou estática. Ela não conseguia acreditar no que tinha acabado de ouvir, sua dívida no banco estava quitada. Isso só podia ser uma pegadinha, ela não tinha conseguido pagar sequer uma das parcelas que havia combinado com o gerente, então não podia ter uma dívida encerrada.
— O que foi, querida? – Ela saiu da inércia e viu Fátima parar de dar o suco de Sofia. – Você está pálida, Suzana, parece que viu um fantasma.
— Foi praticamente isso. – Suzana colocou o celular