Matteo Giordano
Levanto-me da minha poltrona de couro escuro de forma imponente, contornando a robusta mesa de mármore com passos firmes, lentos e calculados.
Fixo meus olhos escuros diretamente nos homens que acabaram de cruzar a soleira do meu escritório, vestindo seus ternos sob medida com aquela postura inabalável típica de lobos corporativos.
— Bom dia, senhores — ditei, estendendo minha mão firme para saudar o patriarca do clã italiano. — Seja muito bem-vindo a Madri, senhor Valentini.