Matteo Giordano
Estávamos diante de um homem que parecia não ter uma única gota de sangue correndo nas veias.
A palidez cadavérica que tomava o rosto de Mário González entregava o tamanho do seu pavor diante da nossa chegada inesperada.
Ele nos encarava com os olhos arregalados, paralisado atrás de sua mesa de mármore vulgar como um rato encurralado na própria ratoeira.
— Senhor Giordano... por favor, não leve em consideração essa... essa pequena falha da minha visita — ele gaguejou.
— Eu