Às dezoito horas, o laboratório sete já estava cheio. Cheio demais.
Eu esperava técnicos, talvez jurídico, talvez Jeremias com aquela cara de quem nasceu para estragar ambiente. Mas não esperava ver uma pequena plateia atrás do vidro: dois conselheiros, a diretora técnica, um homem da auditoria, Larissa num canto parecendo que queria evaporar e, bem no centro do laboratório, usando um jaleco branco por cima de um vestido vermelho, Alessandra.
Ela sorriu quando viu Mauro. Não para todos. Para Ma