— Luna...
A voz não parecia mais pertencer ao Deus do Vazio.
Era profunda.
Cansada.
Carregava uma tristeza tão antiga que parecia ter atravessado a própria criação do mundo.
Toda a caverna mergulhou em silêncio.
Alina continuava cantando.
A melodia antiga fazia as sombras estremecerem.
As marcas vermelhas espalhadas pelo enorme corpo da criatura pulsavam lentamente, como se estivessem enfraquecendo.
A Deusa levou a mão ao peito.
Seus olhos brilhavam de emoção.
Ela caminhou alguns passos em dire