Daphne mexia no celular, alheia ao mundo, e não resisti a me aproximar por trás, abraçando-a. Afundei o rosto em seu pescoço e depositei um beijo ali, sentindo o gosto da saudade que havia começado desde a noite anterior, quando ela se despediu e voltou para casa. Amar aquela mulher era viciante. Eu não conseguia me desgrudar dela.
E ainda me pegava perguntando como, em tão pouco tempo, eu tinha me tornado tão bobo por causa de um relacionamento. Nunca tinha estado em um antes dela. Antes da mi