Sentei-me na cadeira, soltando um suspiro longo e confortável. Esse era o meu lugar. Em frente aos meus quatro monitores, onde cada número, cada linha de código, fazia sentido de uma forma que o mundo ao redor raramente conseguia. Com um sorriso que eu não podia conter, liguei o monitor e deixei os olhos se perderem naquele emaranhado de dados. Para muitos, parecia um labirinto sem saída, mas para mim, era uma conversa entre velhos amigos. Eram mais próximos de mim do que qualquer ser humano, c