"Érick"
A Marcelina empurrou a porta e praticamente me arrastou para dentro da pequena sala, batendo a madeira por trás de nós com um estrondo violento que fez as paredes tremerem. Ela estava com raiva e com toda razão. E eu ainda devia um pedido de desculpas.
Eu engoli o resto do meu orgulho que já estava em frangalhos e fiquei de pé no centro sa sala, encarando a Marcelina e esperando. Ela me encarava com os olhos escuros injetados de uma fúria tão grande que eu tive medo do que ela me diria.