Gabriel estacionou na garagem de casa, o motor silenciando com um clique. Por um momento, ficou ali, encarando o painel, o celular no banco do passageiro como uma bomba-relógio. A ideia de entrar em casa e enfrentar Giana o fazia querer dar meia-volta, mas fugir só pioraria as coisas. Ele pegou o celular, o peso do anel em seu dedo parecendo mais pesado do que nunca e saiu do carro.
Ao abrir a porta, o silêncio da casa o envolveu, quebrado apenas pelo som distante de pratos sendo guardados na