O som da porta do banheiro se fechando e o ruído da água começando a correr foram como um gatilho para Elana. Ela ficou ali por um momento, encarando o teto, o lençol ainda quente contra sua pele. Mas a inquietação venceu, e ela se sentou, o coração acelerando com uma decisão que parecia ao mesmo tempo impulsiva e necessária. Não queria ficar ali, deitada, esperando, com aquele vazio rondando seus pensamentos. Precisava ir embora.
Com movimentos silenciosos, Elana deslizou para fora da cama, o