— Pai, eu estou aqui. — murmurou, a voz embargada. — Você vai ficar bem. Você tem que ficar bem.
Ele ficou ali, falando em voz baixa, contando histórias da infância, promessas de viagens que fariam juntos, qualquer coisa para preencher o vazio. Quando saiu do quarto, Clarisse o esperava no corredor, um café quente nas mãos.
— Você parece exausto, filho. Quando foi a última vez que dormiu? — perguntou, a preocupação gravada em cada linha de seu rosto.
— Não sei, mãe. — admitiu Gabriel, aceit