Na cama, Elana ouviu, mas não se moveu. Fechou os olhos, fingindo dormir, o rosto virado para a parede. Não tinha energia para enfrentar a preocupação de Isabella, para fingir que estava bem. Queria apenas ficar ali, abraçada à própria dor, ao menos por aquela noite. Isabella, após um momento de silêncio, suspirou do outro lado da porta e se afastou, os passos leves ecoando no corredor.
Elana abriu os olhos, encarando a escuridão do quarto. Ela pegou o celular, a luminosidade brilhando em seu