O quarto privado na mansão do Rei Alfa exalava poder e opulência, o aroma de madeira envernizada misturando-se ao toque esfumaçado de uísque envelhecido. As paredes de pedra, adornadas com tapeçarias modernas de linhas geométricas, absorviam a luz quente da lareira, que crepitava em um canto, lançando sombras dançantes sobre o tapete cinza de lã. As janelas altas, emolduradas por cortinas de linho escuro, revelavam a floresta envolta em névoa, onde a lua crescente brilhava como uma lâmina afiad