O uivo do lobo negro ainda ecoava em minha mente, seus olhos dourados me perseguindo como um presságio. Aquela voz no vento “O tabuleiro está montado, Rei Alfa. Mas quem será o peão?” fez minha loba rugir, inquieta, enquanto eu me preparava para enfrentar o Rei Alfa. O hotel ficara para trás, o cheiro de lavanda e café substituído pelo aroma úmido de pedra e musgo do território lupino. Minha pele formigava, o ar carregado com o peso de auras antigas, e cada passo em direção à fortaleza do Rei A