A cidade se estendia abaixo de mim como um tabuleiro vivo, cada rua uma jogada, cada luz uma peça prestes a ser movida. Da cobertura do meu arranha-céu, o vento frio trazia o cheiro de chuva iminente, misturado ao uísque que eu girava no copo. Meu lobo estava alerta, sentindo o eco distante do uivo do lobo negro, um aviso que reverberava desde a noite passada, junto àquela voz enigmática:
“A verdade está vindo, Luna. E ela não espera.”
Ayla Revely, a herdeira renegada, estava no centro disso