O vento frio da manhã cortava minha pele enquanto eu caminhava apressada pela rua, tentando ignorar a náusea crescente que revirava meu estômago. O mal-estar vinha e ia há dias, mas naquela manhã foi diferente. Mais forte. Mais intenso. Uma onda avassaladora de tontura me atingiu sem aviso, fazendo minhas pernas vacilarem.
Apoiei-me contra a parede de um prédio, respirando fundo, tentando recuperar o equilíbrio. Mas o mundo continuava a girar sem trégua. Minha visão se turvou por um instante, e