O silêncio naquela casa era insuportável. Não era o tipo de silêncio que acalmava, que proporcionava paz. Era um vácuo sufocante, um buraco negro que se espalhava pelos corredores, pelos cômodos, pelas paredes frias e vazias, que estava sugando minha sanidade pouco a pouco.
Eu odiava aquele silêncio. Odiava porque sabia exatamente o motivo dele.
Ela se foi.
Ayla não estava mais lá, para invadir meu escritório, cruzando seus braços e me desafiando ou me olhando de maneira desafiadora, seu cheiro