O sol da manhã se infiltrava pelas cortinas do apartamento de Eva, lançando uma luz dourada sobre o pequeno espaço. Eu estava sentada no sofá, uma xícara de chá entre as mãos, sentindo o calor reconfortante do líquido, mas incapaz de realmente aproveitá-lo. Meu corpo parecia exausto, minha mente um labirinto de pensamentos conflitantes.
— E então? O que pensa em fazer agora? — Eva quebrou o silêncio, sua voz suave, mas carregada de preocupação. Ela se sentou ao meu lado, cruzando as pernas e me