O silêncio do hospital era esmagador. Eu olhava para o teto branco e sem vida do quarto, sentindo meu próprio peito pesar como se estivesse carregando o mundo inteiro. Apoiei minha mão sobre ele, sentindo as batidas frenéticas do meu coração.
Não sentia a presença de Damian em lugar algum. Realmente, ele havia ido embora. Por mais que não fosse incomum, aquela atitude ainda conseguia mexer comigo. Queria arrancar aqueles sentimentos, destruir as lembranças de seus beijos, seus toques, seu cheir