Minha mente estava turva, como se uma névoa densa tivesse se instalado nos recantos do meu lobo, o rugido primal dentro de mim abafado por algo que não era meu. O salão da fortaleza de pedra era frio, o chão de mármore polido refletindo a luz pálida das tochas que tremulavam nas paredes, o cheiro de cera queimada misturando-se ao odor metálico do meu sangue seco, ainda preso na camiseta preta que vestia. Meus olhos varriam o ambiente, o peso da coroa invisível do rei alfa usurpador pressionando