MILENA CHRISTIAN
— E irresistível, vai se acostumar.
— Você é...
Levantei a mão, sem pensar. Não para bater nele — embora o desejo fosse real —, mas para empurrá-lo para fora do meu escritório e, se possível, da minha vida.
— Se você disser mais uma palavra, eu juro que...
— O quê? Vai me bater? Vai esquecer que, de agora em diante, o mundo todo vai pensar que esse bebé é meu? — A mão caiu. Literalmente. Pousei-a sobre a barriga, o rosto dele suavizou, por um segundo. Só por um. — Você aceitou o