Depois de ter livrado a pele de Salvatore, retornei para meu quarto com o peito literalmente partindo ao meio. Eu havia escutado tudo: a desconfiança dos conselheiros, a voz dura de seu pai, e a pergunta que me atravessou como uma lâmina:
— E você jura que não tem se encontrado com aquela bailarina?
— Sim, pai. Juro. — ele respondeu.
Mas eu sabia que não era verdade. As noites em que ele desaparecia, o perfume enjoativo impregnado em sua pele, eram provas suficientes. Salvatore estava me